Retrato de um País desequilibrado

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BLASFÉMIAS

Notas prévias: a) Nos dados apresentados, o somatório dos dados regionais é inferior ao total nacional – entre um mínimo de 2,4 (2006) e um máximo de 3,1 (2008) mil milhões de saldo comercial – por desconhecimento da região de origem / destino de algumas mercadorias (vd. site do ICEP, “Estatísticas – Comércio Internacional”); b) Às exportações e importações de cada Região, deduzi os valores da Secção V da Nomenclatura Combinada (Produtos Minerais), em que a “parte de leão” é relativa a combustíveis. Porque estes são consumidos por todo o País, independentemente da Região que os importa ou refina, mas fundamentalmente porque, a partir de 2007, as respectivas transacções internacionais passaram a ser integralmente registadas na Região de Lisboa, o que lhe empolava artificialmente as exportações, as importações e o défice. Isto penalizará porém a Região do Alentejo (nas restantes as discrepâncias são marginais), que fica assim amputada das exportações…

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